Lixo. Literalmente, lixo cinematográfico. Não consegui apanhar nada de interesse. Uma mixórdia digitalo-infantilóide com uma história que se conta em 5 minutos e que termina com uma música catita com o herói/monstro a apreciar um bonito por do sol numa praia. Não é mentira, nem a gozar, é literalmente isto. E isto só existe porque há uma legião de fãs que “exigem” pagar um bilhete para voltar a ver a sua personagem no ecrã. Entendo e também não entendo. E se isto funciona em termos de bilheteira, temo que vamos ficar preso num infindável loop de… vazio. Não me lembro de ver algo tão mau quanto isto. Quando um filme como este é um sucesso de bilheteira, há que dizê-lo… algo de muito errado se passa com a humanidade… E só para finalizar (porque sei que ele é um leitor assíduo deste blog/coisa), “o que estás a fazer aqui, Tom Hardy?! Eu sei que a anormalidade de dinheiro que pagam para fazer estes produtos é quase irrecusável, mas foda-se… Eu admiro-te desde o início, meu! Não há direito! O Woody Harrelson ainda dou um desconto porque ele é tolo (no bom sentido) e precisa mesmo do dinheiro. Mas tu, Tom?! Também tu, Tom?!?. Decepcionaste-me imenso…” Não me lembro de ver algo assim tão mau. Oh! Até me repeti… ○○○○○