Restart. Restart. Restart. Aqui está uma palavra que não me sai da cabeça.
Em primeiro lugar, um restart ao blog. Tal como já tinha escrito algures por aqui, escrever num blog é uma actividade cíclica; escrevo sem parar durante algum tempo, até que finalmente, paro. Presumo que chegando àquela altura em que o hobby se transforma numa espécie de trabalho ou uma obrigação, os meus neurónios começam a deixar de funcionar. Fico sem nenhuma pica para a escrita.
Neste caso, não foi (só) isso que aconteceu. Primeiro, o computador avariou; depois actualizou o SO com tudo o que isso tem de negativo quando a máquina já é velha; a seguir, esqueci-me dos meus logins e passwords; e para piorar ainda mais a situação, entrei numa espiral de trabalho que me deixou com nenhum tempo para vir para aqui escrever. Bem, o tempo continua a ser espremido ao segundo, mas pelo menos a máquina já funciona. Mais ou menos. Pelo menos, dá para vir aqui para trás do monitor, sentar-me em frente ao teclado e digitar longas baboseiras críticas sobre todos os filmes que vou vendo…
Em segundo lugar, queria ligar o “restart” a um filme. Parece-me que a “ligação” óbvia, com mais sentido, será…
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